Quanto custa um site em Portugal? Guia de preços 2026.
Landing pages desde €800, sites institucionais desde €1.500, webapps desde €5.000: estes são os meus preços de partida. Veja o que faz variar um orçamento e como comparar propostas.
Os meus preços de partida em Portugal são €800 por uma landing page, €1.500 por um site institucional, €3.000 por uma loja online e €5.000 por uma webapp; a assinatura começa nos €49/mês. O orçamento final depende do âmbito e das funcionalidades. Fora da assinatura, domínio e alojamento são custos separados; manutenção profissional é opcional e começa nos €150/mês.
| Tipo de site | Preço de partida (Nuno Costa) | Prazo estimado | Ideal para |
|---|---|---|---|
| Landing page | desde €800 | 2–3 semanas | Campanhas, lançamentos, um único objetivo |
| Site institucional | desde €1.500 | 4–6 semanas | PME que precisa de presença completa |
| Loja online | desde €3.000 | 6–10 semanas | Vender online com pagamentos e logística |
| Webapp / plataforma | desde €5.000 | 8–16 semanas | Reservas, áreas de cliente, sistemas à medida |
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Preços de partida publicados por Nuno Costa, não médias verificadas do mercado. Um orçamento fechado depende do âmbito, dos conteúdos e das integrações. IVA à taxa legal quando aplicável. Última revisão: setembro de 2026.
O que influencia o preço de um site?
Como ler estes números: a tabela mostra os preços de partida publicados neste site, não a média de todos os prestadores portugueses. A proposta final é feita por escrito depois de conhecer páginas, conteúdos, integrações e prazos. Compare sempre orçamentos para o mesmo âmbito.
Se já pediu três orçamentos, provavelmente recebeu três valores radicalmente diferentes, e nenhum deles está «errado» por si só. Um site não tem preço de tabela porque é um serviço projetado, não um produto de prateleira. Estes são os sete fatores que mais movem o número final:
1. Âmbito, número de páginas e conteúdos
Uma landing page e um site de vinte páginas são projetos de escalas diferentes: mais páginas significam mais design, mais adaptação de conteúdos e mais testes. É o fator mais óbvio, e o mais fácil de controlar.
2. Design à medida vs. template
Um template adaptado custa uma fração de um design desenhado de raiz para a sua marca. Ambos podem ser bons sites; o que muda é o grau de diferenciação e o tempo de conceção. Peça sempre ao prestador que lhe diga qual dos dois está a comprar.
3. Funcionalidades
Pagamentos, marcações online, áreas de cliente reservadas, várias línguas e pesquisa avançada: cada funcionalidade acrescenta horas de desenvolvimento e de testes. Aqui vive grande parte da diferença entre um preço de partida e o orçamento final.
4. Conteúdos
Quem escreve os textos? Quem fotografa os produtos? Se a resposta é «o prestador», o orçamento sobe, justamente. Copywriting e fotografia profissional são serviços com valor próprio e, frequentemente, são o que falta nos sites que não convertem.
5. Integrações
Ligar o site ao CRM, ao sistema de faturação, à newsletter ou ao ERP deixa de ser «um site» e passa a ser um pequeno sistema. Se o seu processo de vendas depende destas ligações, orçamente-as desde o início.
6. SEO e performance
Um site pode ser bonito e ser invisível. Estrutura técnica, velocidade de carregamento, dados estruturados e conteúdos otimizados são trabalho real, e é por isso que «SEO incluído» num orçamento vale exatamente as horas que lhe foram dedicadas.
7. Quem executa
Freelancer, agência ou construtor DIY: os três modelos produzem sites, mas com estruturas de custos diferentes. O freelancer cobra o trabalho; a agência cobra o trabalho e a equipa; o DIY cobra-lhe a si, em tempo. Nenhum é universalmente melhor, importa é que o escolha com consciência.
Quanto custa cada tipo de site?
Vamos ao detalhe. Estes preços de partida cobrem quatro tipos de projeto; as funcionalidades e os conteúdos fazem variar o orçamento final:
Landing page, desde €800
Uma página única, desenhada para um objetivo: captar inscrições, vender um serviço, suportar uma campanha. Inclui design adaptado à marca, textos otimizados, formulário e preparação para dispositivos móveis. É o ponto de entrada mais inteligente para quem está a começar, e a base de qualquer campanha de paid media séria.
Site institucional, desde €1.500
O site completo da empresa: página inicial, serviços, sobre, portfólio, blogue e contacto, com SEO base configurado. É o formato que a maioria das PME portuguesas precisa, e onde a diferença entre um template e um design à medida mais se faz sentir no preço final.
Loja online, desde €3.000
Para além do design, criar um site e-commerce (loja virtual) exige catálogo de produtos, carrinho, pagamentos (Stripe, MB Way, Multibanco), gestão de portes e fiscalidade. O custo cresce com o número de produtos e com as integrações de logística e faturação, e é por isso que uma loja nunca custa o mesmo que um site institucional.
Webapp ou plataforma, desde €5.000
Sistemas com autenticação, bases de dados e lógica de negócio: reservas, marketplaces, áreas de cliente, painéis internos. Aqui já não se compra um site, compra-se software, e o orçamento deve ser tratado como tal, com fases, protótipos e manutenção contínua.
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Quais são os custos escondidos?
O preço do site é só o começo. Estes são os custos contínuos e pontuais que surpreendem quem contrata pela primeira vez:
- Domínio: €10–€15 por ano. Parece irrelevante, mas confirme sempre quem fica com a propriedade; é o seu ativo digital mais importante.
- Alojamento: €60–€300 por ano para um site normal. Alojamentos «grátis» cobram-se em velocidade e em limites de tráfego.
- Manutenção: €150–€400 por mês quando feita por um profissional externo. Inclui atualizações, backups, segurança e pequenas alterações; veja o guia completo de manutenção.
- Conteúdos e traduções: copywriting, fotografia e versões em várias línguas são extra na maioria dos orçamentos.
- Licenças: plugins premium, tipos de letra e ferramentas podem somar €50–€300 por ano.
- Marketing pós-lançamento: o site não se promove sozinho. SEO contínuo, Google Ads e redes sociais são um orçamento próprio, o site é o palco, não o espetáculo.
Separe duas coisas no orçamento anual: domínio e alojamento (custos de infraestrutura) e, só se contratar, manutenção profissional desde €150/mês. Não há uma percentagem anual única que represente estes dois modelos de suporte; confirme o que o plano inclui.
Site por assinatura ou site à medida: qual compensa?
Em vez de comprar um site e contratar manutenção à parte, pode subscrevê-lo. Este exemplo usa apenas os meus valores de partida durante os primeiros 12 meses (o período de fidelização da assinatura); são modelos com direitos de propriedade diferentes.
| Exemplo: primeiros 12 meses | Site por projeto + manutenção | Assinatura Starter |
|---|---|---|
| Investimento inicial | desde €1.500 | €0 |
| Mensalidade | desde €150 (manutenção profissional) | €49 (Starter) |
| Total aos 12 meses | desde €3.300 | €588 |
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€1.500 + 12 × €150 = €3.300; 12 × €49 = €588. Exemplo sem IVA, domínio ou extras. Após os primeiros 12 meses a mensalidade da assinatura pode mudar segundo os termos publicados; o domínio, o código e a opção de resgate têm condições próprias.
O à medida compensa quando precisa de funcionalidades muito específicas, quer plena propriedade do código desde o dia um, ou tem equipa interna para manter. A assinatura compensa quando quer um site profissional gerido sem capital inicial; é o modelo dos meus sites por assinatura, desde €49/mês: criação e hospedagem numa só mensalidade, com backups e alterações incluídos. Explico o modelo em detalhe no guia do site por assinatura.
Como poupar sem estragar o site
- Defina o objetivo antes do design. «Quero mais pedidos de orçamento» produz um site muito mais barato do que «quero qualquer coisa moderna», porque corta decisões e voltas ao início.
- Chegue com os conteúdos prontos. Textos, fotos e logótipo entregues a tempo são a maior fonte de poupança real, o prazo e o custo disparam quando o prestador tem de os produzir ou esperar por eles.
- Comece pequeno e cresça por fases. Uma landing page de €800 hoje e uma fase dois no próximo trimestre custam menos (e ensinam mais) do que um projeto gigante de uma vez.
- Peça orçamentos detalhados, não números soltos. Três propostas comparáveis por fases valem mais do que cinco valores sem explicação, e revelam logo quem não sabe precificar o próprio trabalho.
- Não corte onde custa caro depois. SEO base, velocidade e mobile não são extras: é o que faz o site aparecer e funcionar. Cortar aqui é adiar a despesa com juros.
O que deve incluir um bom orçamento?
Antes de assinar qualquer proposta, confirme se ela responde a estas sete perguntas. Um orçamento profissional é um contrato de expectativas:
- Escopo fechado, páginas, funcionalidades e número de rodadas de revisão.
- O que não está incluído, tantas vezes mais importante do que o que está.
- Fases e marcos, o que recebe em cada etapa e quando.
- Prazos de ambas as partes, incluindo o impacto de atrasos na entrega de materiais.
- Propriedade, domínio, código, desenhos e conteúdos ficam seus?
- Suporte pós-lançamento, o que acontece nos 30 dias após o lançamento e quanto custa depois.
- Impostos e condições de pagamento, se o IVA é aplicável, e se há entrada e/ou fases.
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