Análise SEO gratuita: como analisar o seu site em 2026.
Um site pode ser bonito e ser invisível. Uma análise SEO mostra exatamente onde ele perde visitas, e a maior parte pode ser feita em minutos, sem pagar nada. Este guia junta a via rápida (auditoria automática em 30 segundos) e o checklist completo para fazer você mesmo.
Uma análise SEO gratuita avalia a saúde técnica e de conteúdos de um site: velocidade, adaptação a telemóveis, indexação no Google, títulos e descrições, hierarquia de headings e links internos. Via rápida: a auditoria automática em 30 segundos devolve score e plano de prioridades. Via completa: o checklist deste artigo, técnica, conteúdo e estrutura, em 30 a 60 minutos, com ferramentas gratuitas.
| Área | O que verificar | Tempo |
|---|---|---|
| Técnica | Velocidade, mobile, HTTPS, indexação | 15 min |
| Conteúdo | Titles, meta descriptions, headings, intenção de pesquisa | 20 min |
| Estrutura | Links internos, URLs, sitemap, páginas órfãs | 10 min |
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A auditoria automática cobre as três áreas em 30 segundos, o checklist aprofunda cada uma delas, uma a uma.
O que é uma análise SEO (e o que deve incluir)?
Análise SEO, auditoria SEO, análise de site, os nomes variam, o objetivo é um: descobrir por que razão o site não aparece (ou aparece menos do que devia) nas pesquisas que importam para o seu negócio. «Gratuita» não significa superficial: uma boa análise gratuita cobre três áreas, técnica, conteúdos e estrutura, e entrega uma lista de prioridades, não um PDF decorativo com 200 avisos sem ordem.
O que uma análise não faz: garante posições. O que faz: tirar o site das penalizações evitáveis, lentidão, páginas que o Google não consegue ler, títulos genéricos, para que o conteúdo tenha hipoteca de competir.
A via rápida: auditoria automática em 30 segundos
A forma mais direta de analisar um site hoje: colar o URL numa ferramenta automatizada e deixar o sistema fazer a primeira passagem. A auditoria gratuita deste site funciona assim, em 30 segundos devolve um score por área (performance, SEO, segurança) e uma lista de prioridades do que corrigir primeiro. Não instala nada, não cria conta, não lê três relatórios diferentes.
Honestidade sobre os limites: uma análise automática é um ponto de partida excelente e um plano de ação razoável; não substitui a estratégia de alguém que conhece o seu mercado. Para 80% das PME, é exactamente o nível de profundidade que falta.
Analise o seu site.
Cole o URL e receba em 30 segundos o score de performance, SEO e segurança, com plano de prioridades e recomendações concretas.
Análise grátis do meu siteChecklist técnica: o que faz o site ser encontrado (e rápido)
Se a base técnica falha, nada do resto importa, o Google nem consegue ler a página. Verifique, por esta ordem:
- Indexação: pesquise site:oseudominio.pt no Google. Se as páginas importantes não aparecem, há um bloqueio, procure um noindex esquecido, uma regra no robots.txt ou um sitemap desatualizado.
- Velocidade: teste no PageSpeed Insights (gratuito). Como referência, o maior elemento da página devia carregar em menos de 2,5 segundos. Imagens pesadas são a causa nº 1, e a mais fácil de corrigir.
- Telemóvel: abra as páginas principais num telemóvel real. Texto ilegível sem zoom, botões impossíveis de tocar e formulários quebrados são penalizadores diretos, o Google indexa primeiro a versão mobile.
- HTTPS: o cadeado tem de estar em todas as páginas. Avisos de «conteúdo não seguro» (mistura de HTTP e HTTPS) custam confiança e posições.
- Duplicados: a mesma página acessível por vários URLs sem canonical confunde o Google sobre qual indexar, problema silencioso e comum em lojas online.
Checklist de conteúdo: o que faz o Google escolher o site
Técnica resolvida, a competição é de conteúdo. Para cada página importante do site, confirme:
- Uma intenção de pesquisa por página. Cada página deve responder a uma pergunta concreta do cliente, «orçamento para site», «como escolher prestador», e não a cinco ao mesmo tempo.
- Title tag única, 50–60 caracteres, com a expressão-chave no início. «Início | Empresa X» gasta o espaço mais valioso da SERP.
- Meta description de 150–160 caracteres com um motivo claro para clicar. É o seu anúncio gratuito no Google.
- Um só H1, com hierarquia lógica de H2/H3. O H1 diz de que trata a página; os H2 organizam a resposta. Headings como «layout» dobram-se a CSS, não a estrutura.
- Conteúdo melhor do que os 3 primeiros resultados da pesquisa-alvo: mais direto, mais completo, ou com provas que eles não têm (preços reais, exemplos, experiência própria).
Checklist de estrutura: o que liga tudo
A estrutura é a área que quase nenhuma análise automatiza bem, e onde sites pequenos ganham mais depressa:
- Links internos com âncoras descritivas. As páginas importantes devem receber pelo menos três links internos de outras páginas, com texto que diga do que trata o destino, «ver planos de sites por assinatura», não «clique aqui».
- URLs limpas e descritivas. /blog/preco-site/ diz qualquer coisa; /page?id=42 não.
- Sitemap.xml atualizado e submetido no Google Search Console (gratuito); é o mapa que ensina o Google a ler o site.
- Sem páginas órfãs: toda a página útil deve ser alcançável a partir do menu, de outra página ou do sitemap. Página sem links internos é página que não existe.
- Texto alternativo nas imagens (alt): descreve a imagem, ajuda acessibilidade, e é a única forma de a imagem aparecer na pesquisa de imagens.
Como interpretar os resultados e priorizar
Toda a análise produz uma lista comprida demais para corrigir de uma vez. A ordem que compensa é por impacto dividido por esforço:
- Primeiro, o que bloqueia: páginas fora do índice, velocidade muito baixa, site quebrado em mobile. Alto impacto, esforço baixo; é aqui que se ganha mais por hora de trabalho.
- Depois, os títulos e metas das 5 páginas mais importantes (início, serviços principais, contacto). São correções de minutos com efeito direto nas cliques.
- Depois, conteúdo, reescrever a página que quase compete, em vez de criar páginas novas.
- Por fim, estrutura: links internos e sitemap são trabalho contínuo, não um dia de correções.
Cadência saudável: análise completa uma vez por trimestre, e sempre depois de grandes alterações, redesigns, mudanças de plataforma ou migrações. E uma regra para não se perder: uma correção técnica real vale mais do que dez ajustes cosméticos.
Sem tempo para fazer o checklist? A auditoria automática faz as três áreas em 30 segundos e devolve as prioridades já ordenadas; comece por ela e use este guia para aprofundar o que ela assinalar.