Site para turismo na Madeira: experiências e reservas diretas.
Como operadores turísticos e alojamentos da ilha vendem experiências com reserva direta, sem entregar comissão a plataformas, quanto custa em 2026 e o que o site precisa de ter.
Um site para turismo na Madeira, operador de experiências, alojamento local ou casa rural, começa numa landing desde €800, num site completo com reservas por data desde €1.500, ou desde €199/mês em assinatura (plano Commerce, com gestão incluída). A lógica do setor é simples: cada reserva direta é uma comissão que fica; cada semana de época vendida em janeiro, no site, é margem que as plataformas não tocam. O que o site precisa: experiências bem contadas, bilhetes ou pedido de reserva sem fricção, multilingue e fotografias à altura da ilha.
| Formato | O que inclui | Preço (2026) |
|---|---|---|
| Landing de experiência | Uma experiência, bilhetes, contacto | €800 – €2.500 |
| Site completo | Várias experiências/alojamento, reservas, blogue | €1.500 – €6.000 |
| Assinatura Commerce | Site gerido com alterações incluídas, desde | €199/mês |
Deslize a tabela para o lado →
Faixas do mercado português em 2026, válidas na região (trabalho em remoto). Valores de partida praticados por Nuno Costa (Funchal): landing €800 · institucional €1.500 · assinatura €49/mês.
Vender a experiência, não alugá-la às plataformas
A experiência turística da ilha, uma levada ao amanhecer, observação de cetáceos, uma noite numa casa de pedra no Paul do Mar, vende-se três vezes: antes da viagem (quando é escolhida), durante (quando é recomendada) e depois (quando é recomendada aos amigos). As plataformas de reservas dominam o primeiro momento e cobram por isso em cada bilhete, para sempre. O site próprio devolve o primeiro momento ao operador: é o sítio onde a experiência se conta por inteiro, com datas, preço e reserva sem intermediário.
A conta é curta e cada operador a conhece: a comissão de plataforma sobre uma época inteira de bilhetes paga várias vezes um site completo. E o cliente que reserva direto é o único contacto que fica, para avaliações, para a próxima visita, para a recomendação. Veja o padrão completo no site de turismo de demonstração.
O que um site de turismo precisa de ter
- Experiências contadas como experiências. O que se vê, o que se traz, o grau de dificuldade, o que está incluído, não uma frase e um botão.
- Bilhetes ou reserva por data. Calendário com disponibilidade, ou formulário com resposta em horas; cada clique poupado é uma venda que não escapa.
- Multilingue de verdade. Inglês no mínimo, alemão e francês quando o público o justifica, o turista decide na língua em que planeou a viagem.
- Fotografia à altura da ilha. A Madeira vende-se sozinha em imagem; a sua experiência precisa de aparecer com a luz e o pormenor certos, não em fotos de banco de imagens.
- Sazonalidade visível. Calendários por época, condições de meteorologia, o que acontece no inverno, a clareza evita cancelamentos e avaliações injustas.
Este conjunto existe pronto nos sites para turismo e alojamento, com template adaptado à marca.
Quanto custa um site para turismo
A landing de experiência, uma atividade ou alojamento, com bilhetes ou pedido de reserva, resolve o essencial desde €800 e é o formato certo para quem começa ou para uma experiência única bem vendida. O site completo, com várias experiências ou unidades de alojamento, calendários, blogue e multilingue, começa em €1.500. A assinatura Commerce, a €199/mês, entrega o site gerido com alterações de disponibilidade e preços incluídas, o formato natural de um negócio cuja oferta muda com as estações.
Sistemas de bilhética com validação QR, check-in e integrações com channel managers são orçamento à parte, e só entram quando o volume de bilhetes os justifica; até lá, um formulário bem tratado e uma equipa que responde rápido cobrem o essencial.
O site trabalha o inverno para vender o verão
No turismo, o site é uma máquina do tempo: as semanas de agosto decidem-se em pesquisas feitas em janeiro e fevereiro. É nesse inverno que o conteúdo das experiências tem de estar no ar, traduzido e bem fotografado; é nesse inverno que o SEO base, títulos, descrições, ficha do Google, velocidade, tem de estar feito. Lançar o site em maio é pagar a época inteira às plataformas, que estiveram lá durante todo o ano.
A baixa época também tem produto: os eventos de inverno, o golfe, as caminhadas de inverno, o público de longa estação. Um site com calendário real vende os doze meses em vez de se render aos cinco que as plataformas deixam.
Checklist antes de encomendar o site
- Começar na baixa. Construir quando há tempo, lançar antes da época; os prazos do guia de prazos permitem planear ao contrário, da data da época para trás.
- Reserva direta no âmbito. Bilhetes ou formulário escritos no orçamento, é a peça que paga o resto.
- Traduções no âmbito. «Multilingue» por escrito, com as línguas nomeadas e os conteúdos incluídos.
- Fotografia planeada. Uma sessão bem feita alimenta o site, as redes e a ficha do Google durante anos.
- Incluídos pós-lançamento. Quem atualiza calendários, preços e disponibilidade, a que custo; médias no guia de manutenção.
Já vende em plataformas e quer as reservas diretas que escapam? Comece pela auditoria gratuita ao site atual, ou pela conversa sobre o site que ainda não existe.