Redesign de site: quanto custa e quando vale a pena.
O site já não representa a empresa, é lento no telemóvel ou não traz contactos: chegou a altura de um redesign ou basta um remendo? Quanto custa redesenhar um site, quando compensa e como não perder o que o antigo já conquistou.
Um redesign de site parte das mesmas bases de preço de um site novo (landing desde €800, institucional desde €1.500, loja desde €3.000), com um trabalho extra que só existe quando já há site: inventariar o que existe, migrar conteúdos e fazer redirects para não perder o posicionamento no Google. Vale a pena quando o site está desatualizado, não funciona no telemóvel ou não converte; não vale a pena quando o problema é apenas conteúdo ou visibilidade, que se resolvem sem redesenhar nada. Comece pela auditoria gratuita: ela diz se os problemas são de base (redesign) ou de camada (ajustes).
| Sinal no site atual | Remedo ou redesign |
|---|---|
| Não funciona bem no telemóvel | Redesign (a base é antiga) |
| Conteúdos desatualizados, design aceitável | Remendo (atualização de conteúdos) |
| Lento, imagens pesadas | Remendo técnico (otimização) |
| Design datado, mas estrutura boa | Redesign visual parcial |
| Não recebe contactos nem vendas | Diagnóstico primeiro (pode ser conteúdo, não design) |
Deslize a tabela para o lado →
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Quanto custa um redesign de site
Um redesign custa o que custa um site novo do mesmo tipo, mais uma camada de trabalho que só existe quando já há site: migração. Na prática: landing pages desde €800, sites institucionais desde €1.500, lojas online desde €3.000, webapps desde €5.000. Sobre essas bases, some ou espere ver no orçamento o trabalho de migração: inventário de páginas e conteúdos, transferência de textos e imagens, e o mapa de redirects que preserva o posicionamento no Google.
O que faz o preço variar é o mesmo trio de sempre: âmbito (quantas páginas mudam), funcionalidades (o que o site novo tem de fazer) e quem executa. E há uma variante que interessa a quem tem um site aceitável: o redesign parcial (renovar a apresentação mantendo a estrutura), que custa menos do que um redesenho completo e nem sempre é possível; depende da base técnica que existe, e é a auditoria que o diz.
Quem procura «criar novo site» porque o atual envelheceu deve ler as duas contas lado a lado: redesenhar o existente com migração, ou começar do zero com conteúdos novos. A tabela completa por tipo de site está no guia de preços de criação de sites.
Quando vale a pena fazer redesign (e quando não)
Redesign compensa quando o problema está na base:
- O site não funciona no telemóvel. É a razão número um: a maioria dos clientes chega pelo móvel, e um site fixo dos anos passados perde-os antes de abrir a boca. Neste caso o redesign não é estética, é sobrevivência comercial.
- O site já não representa a empresa. Mudaram serviços, posicionamento, imagem. O site antigo vendia uma empresa que já não existe.
- A base técnica impede o crescimento. Não há forma de acrescentar páginas, línguas ou funcionalidades sem reconstruir.
- As métricas confirmam: a auditoria devolve problemas de estrutura e velocidade que os ajustes não resolvem.
Redesign NÃO compensa quando o problema é de camada: conteúdos velhos num design aceitável (atualiza-se), site lento por imagens pesadas (otimiza-se), ou ausência de contactos com site saudável (o problema é conteúdo e visibilidade, e o dinheiro vai para lá, veja o guia de SEO para sites). Redesenhar para resolver um problema de conteúdos é pintar a casa porque as plantas estão a morrer.
Um redesign perde o posicionamento no Google?
Pode perder, e é a razão número um para não fazer redesign com quem não pergunta pelo assunto. O que protege o posicionamento não é segredo, é método:
- Inventário antes: lista de todas as páginas que hoje recebem visitas (o Search Console dá isso de graça).
- Mapa de redirects: cada endereço antigo aponta para o novo equivalente; sem isto, o Google vê páginas que desapareceram e o tráfego cai.
- Conteúdos que ranqueiam não se deitam fora: as páginas que trazem visitas migram com o texto delas; melhorar sim, apagar por estética não.
- Títulos e descrições preservados ou melhorados, nunca refeitos do zero sem critério.
Feito isto, um redesign normalmente ganha posicionamento, porque os motores pesam velocidade e adaptação ao telemóvel. Feito sem isto, é a forma mais rápida de mandar anos de trabalho orgânico abaixo; o guia de custos de criar e manter explica a parte do domínio e dos acessos que também muda de mãos nestas migrações.
Como é um redesign por dentro
O processo é o de um site novo com duas fases extra no princípio:
- Auditoria e inventário: o que existe, o que funciona, o que recebe visitas, o que morre.
- Decisão de âmbito: o que migra, o que se reescreve, o que se deixa cair (quase todo o redesign é também uma limpeza).
- Design e desenvolvimento: a nova apresentação, já responsiva, sobre uma base moderna.
- Migração e redirects: conteúdos transferidos, endereços antigos apontados aos novos.
- Lançamento e verificação: Search Console, testes em dispositivos, e a confirmação de que o tráfego sobreviveu à mudança.
Os prazos acompanham os de um site novo do mesmo tipo (landing 2 a 3 semanas, institucional 4 a 6, loja 6 a 10), com a migração a juntar tempo à frente, não no fim. O detalhe por fase está no guia de prazos.
Redesign, manutenção ou assinatura: qual é a conta certa
Três respostas para três situações diferentes: se o site está saudável e só precisa de não apodrecer, manutenção (€150 a €400/mês, veja o guia de manutenção); se a base está velha, redesign; se a empresa quer deixar de gerir qualquer uma destas decisões, a assinatura mensal (desde €49/mês) renova e mantém o site na mesma fatura, com as condições publicadas na página de planos.
O erro caro é a ordem inversa: pagar manutenção a um site cuja base já morreu, ou redesenhar um site que só precisava de conteúdos. Meia hora de auditoria evita os dois.
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